Hamilton o Atrapalhado!

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Apesar de atrapalhado, foi inteligente.

Acredito que ele foi perceber que estava em ‘alta velocidade’ (os poucos 78 km/h dentro do pit lane) muito em cima da hora, e pensou “Melhor acertar o Kimi!!”.

Mesmo com esse negocio de ‘luz vermelha’ em uma categoria de automobilismo (que pessoalmente, acho ridiculo), não tem como dizer que o Hamilton é um atrapalhado.

Mudando de assunto….Este ano esta surgindo um novo “Hamilton do ano passado”, Kubica ! A nova sensação, será que ele amarela (mesmo correndo pela BMW, se continuar do jeito que ele tá, ele ganha o campeonato, parece o Prost em um de seus campeonatos, sem o melhor carro ganhou por que os da ponta brigaram e se atrapalharam muito).

Outro detalhe, eu acho injusto a forma de pontuação da Formula 1, dar 8 pontos para o segundo lugar é muito, (lembre-se, esta pontuação foi trocado por causa do Shumi, que ganhava demais, e para deixar o campeonato mais equilibrado na pontuação resolveram aumentar a pontuação do segundo colocado), porém nos dias de hoje, com uma disputa mais pesada, iria fazer com que os pilotos se arriscassem mais, pois vencer era o grande ‘trofeu’, 4 pontos de diferença para o segundo colocado como era (o primeiro ganhava 10, e o segundo 6), faz uma diferença tremenda no final do ano.

Vejam e comparem a pontuação no formato de hoje, e no formato ‘antigo’ (ou justo).

Kubica com 42 pontos, estaria com 32 pontos.
Massa com 38 pontos, estaria com 32 pontos.
Hamilton com 38 pontos, estaria com 32 pontos
Kimi com 35 pontos, estaria com 30 pontos

Hoje a ordem não mudaria, porém com mais 4 corridas iria fazer toda a diferença, vamos escrever no blog daqui 4 corridas, para comprovar.

Mas fica bem claro já nesse comparativo a diferença de pontos, o Kimi ganhou duas, o Massa e Hamilton também, estão ali, ‘pertos’. Porém os três não acabaram 2 corridas, já o Kubica estaria empatado, por que ganhou apenas uma vez, mas pontuou em todas as demais.

Nada mais justo né ?

Formula 1: 1% ganhou!

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Este 1% acho que estava errado.

Quando disse 1% era pelas estatisticas realmente, por que foi o melhor resultado que poderia te ocorrido.

Lewis não ganhou. Não merecia.

Alonso não ganhou, este até merecia, porem a equipe não ajudava, e a formula 1, provou que é um esporte “coletivo”.

Kimi merecia pelos anos de formula 1. E com a ajuda de seu companheiro, conseguiu levar o titulo, junto com sua equipe!

Agora, vamos esperar o ano que vem, o que tem por aí!

Felipe Massa até 2010!

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As noticias na Formula 1 estão paradas, parece que tivemos um feriado, não foi feita nenhuma especulação grande, e parece estar tudo muito tranquilo!

A grande novidade até agora, foi a renovação da ferrari com o Felipe Massa até 2010! Isto é uma noticia muito boa para o Brasileiro.

Outra novidade, é que Lewis irá correr com um novo motor, com 10 cavalos a mais que Alonso, pois pelas regras da formula 1, um motor deve durar por duas corridas. Se isto é bom ou ruim ? Vamos ver se Lewis e a equipe ajustam bem o carro como o Alonso.

Sexta-feira, começa a bagunça, vamos torcer para o domingo sair uma corrida boa (chuva ?)

Formula 1 - Campeonato 2007

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Nunca é bom fazer o que irei fazer, comentar uma suposta conclusão do compeonato com antecedencia. Enfim, eu acredito que o Felipe Massa fez um campeonato razoavel, porem, não foi o que esperavamos, estavamos torcendo para ele chegar no Brasil para decidir o campeonato, mas não foi, ele será como ano passado, o segundo piloto da Ferrari, pela pontuação que chegou, podemos ficar falando de motivos, mas resultado é resultado.

O grande problema em tudo isso, é o fato dele não ter mais prioridade, que poderia ter conquistado durante o ano. No meu entender, o Felipe se tiver ano que vem na Ferrari, terá sua última chance no campeonato, e aí sim, vamos ter que torcer muito, por que senão ele vai começar a passear em equipes menores depois.

Alonso, Lewis, Kimi estão melhores, Kimi praticamente não é ameaçado de sair da Ferrari. Lewis, vai continuar na McLaren. Alonso ? Tudo incerto, eu aposto que ele sai, mas para onde ? Qualquer equipe, sem ser a McLaren estaria na disputa, hoje talvez: Renault, Toyota e Ferrari.

O Grande problema está na última equipe, se for a Ferrari, é capaz do Felipe sair, por mais que já disseram que não tem chances e etc, Todt acabou de afirmar (esta semana), que se fosse bom para a estrategia da equipe, iria contratar o espanhol. Hmmm!

Enfim, o resultado do GP do Brasil pouco vai importar para as equipes, se definerem em relação aos pilotos ano que vem.

Agora, quem será o campeão ?

Lewis, tem muito mais chances, sem dizer que na equipe, todos vão trabalhar para o Lewis, e não para o Alonso. Eu só fico com receio de mecherem no carro do Alonso e dar alguma grande merda.

Alonso ? Este além de ser bom, tem a sorte que sempre andou com ele. Tem mais experiencia.

Kimi ? Aí sim é milagre, mas ele já viu que sorte não é o seu forte, acho muito dificil.

Nas minhas contas no grosso modo, diria que Lewis tem 60%, Alonso 39% e Kimi 1% de conquistar o campeonato.

McLaren se saiu bem.

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Por mais que digam “ela foi punida”….

Os pilotos vão continuar pontuando…

com um carro adulterado, e “roubado”, “melhorado”…

se é justo… não sei…

a punição ? 100 milhoes em 90 dias, e os pontos dos contrutores…

O que só soa estranho, é os pilotes continuarem a correr com o mesmo carro que foi a origem da multa. Eles poderiam até continuar… mas com esse carro ?

MCLAREN x FERRARI.

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Gostei desse video do “AS” explicando o cronograma dos acontecimentos no caso de espionagem envolvendo a McLaren e a Ferrari.



Fonte: http://www.as.com/static/graficosinteractivos/juicio.html

A maldição dos 170 herdeiros de Gianni Agnelli

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Margherita Agnelli abre a caixa de Pandora ao pedir nova divisão da herança do pai, o milionário dono da Fiat

Nos últimos pesadelos de Gianni Agnelli apareciam 170 pessoas. Eram seus herdeiros. O patriarca da grande dinastia industrial italiana morreu com o temor de que algum membro dessa multidão familiar rejeitasse seu testamento, fosse aos tribunais e fizesse o império dos Agnelli desmoronar em pedaços.

Quatro anos depois de sua morte, os temores do “Avvocato” [Advogado] parecem se tornar realidade. A Fiat, à beira de um colapso em 2003, volta a ganhar dinheiro. E isso despertou certos apetites. Margherita Agnelli, única filha sobrevivente do patriarca, não se conforma com os 109 milhões de euros, as fazendas e o iate que aceitou em 2004 em troca de renunciar às ações do grupo. Quer mais. E levou aos tribunais sua mãe, seu filho mais velho e os três advogados que cuidaram do testamento de Gianni Agnelli.

A família real da Itália republicana está habituada a pleitos e desgraças. As brigas, os escândalos e as mortes prematuras são quase uma tradição. Nesse caso, tanto a demandante quanto os demandados salientam que não está em perigo a integridade de um império econômico que abrange de automóveis (Fiat, Ferrari, Maserati, Alfa Romeo) a futebol (Juventus), passando pela imprensa (o jornal “La Stampa”), turismo (Alpitour), papel (Sequana Capital), participações bancárias (Intesa-San Paolo) e serviços imobiliários (Cushman & Wakefield). Mas o risco existe. A própria Margherita ameaça em seu processo anular o pacto sucessório de 2004, que colocou seu filho mais velho, John Yaki Elkann, à frente da família e do grupo.

O Avvocato não tinha uma grande opinião sobre as qualidades de seus dois filhos. Edoardo era muito diferente do pai. Interessava-se por astrologia, teve problemas com a heroína, pareceu se aproximar do islamismo no final da vida e morreu em novembro de 2000 depois de cair de um viaduto. A polícia considerou suicídio. Margherita, poeta e pintora por vocação, teve três filhos (John, Lapo e Ginevra) de seu primeiro casamento, com o escritor Alain Elkann, e outros cinco (Pietro, Sofia, Maria, Anna e Tatiana) do segundo, com Sergio de Pahlen. O Avvocato brincava cruamente sobre a fertilidade de Margherita, chamando-a de “a prolífica”.

Gianni Agnelli gostava mais como herdeiros dos filhos de seu irmão Umberto. E deixou muito claro que deveria sucedê-lo seu sobrinho mais velho e quase homônimo Gianni Alberto Giovannino Agnelli. Mas Giovannino morreu de câncer em 1997, com apenas 33 anos. Ficava Andrea, seu irmão. Andrea trabalhava no grupo, era (e é) apreciado profissionalmente por seus colaboradores e tinha o sobrenome da dinastia. Parecia o melhor candidato. Por algum motivo, porém, quando se sentiu próximo da morte, o velho Agnelli voltou a olhar para os filhos de Margherita. Escolheu o primogênito, John, como novo cabeça da família, e com apenas 23 anos o introduziu no conselho administrativo. Em 2003, aos 27, o engenheiro John Elkann assumiu as rédeas do império.

Não foi fácil aplicar o testamento do Avvocato. Era preciso satisfazer suas duas herdeiras naturais: a esposa, Marella Caracciolo, e a filha, Margherita. E evitar que se espalhassem as ações da Ifi e da Ifil, sociedades que controlavam a holding familiar. Gianluigi Gabetti, Franzo Grande Stevens e Sigfried Maron, os três advogados de confiança de Gianni Agnelli, tinham criado uma rede de subsidiárias em paraísos fiscais e uma empresa caixa-forte, a Gianni Agnelli & Cia Sapaz, que por sua vez dependia de outra empresa caixa-forte chamada Dicembre. O objetivo era que John tivesse mais de um terço da Dicembre e que, aliando-se a alguns parentes, pudesse controlar tudo.

Junto com os três advogados, na aplicação do testamento foi essencial a figura de Susanna Suni Agnelli, irmã do patriarca morto. Suni, 84 anos, ex-enfermeira voluntária na guerra, ex-deputada italiana e européia, ex-ministra das Relações Exteriores e a autora de um célebre consultório sentimental, era a encarnação da autoridade moral. “Enquanto Suni viver, os assuntos dos Agnelli não descarrilham”, comenta uma pessoa chegada à família.

A viúva não representou problema. Margherita, sim. Não se declarou satisfeita com as explicações dos advogados e considerou que estavam ocultando informações sobre as propriedades reais de seu pai. Mas acabou aceitando uma oferta que incluía 109 milhões de euros, um palácio do século 17 com uma imensa fazenda em volta, a maravilhosa embarcação F100 e diversas propriedades imobiliárias. Retirou-se, então, para sua mansão na Suíça. Os demais herdeiros, mais de 170, aceitaram a situação.

Contra os prognósticos, Sergio Marchionne e Luca Cordero di Montezemolo, de quem John Elkann se cercou para salvar a Fiat, realizaram o milagre. Voltou a entrar dinheiro no cofre familiar e o resto do grupo recomeçou a funcionar normalmente.

Margherita deve ter pensado nos cinco filhos de seu casamento com Sergio de Pahlen e que o dinheiro e as propriedades que havia conseguido talvez não bastassem para lhes garantir uma vida digna da dinastia. Segundo algumas estimativas, nas empresas que o Avvocato tinha espalhado pelo mundo para esconder seu patrimônio havia cerca de 3 bilhões de euros, e a Margherita haviam cabido pouco mais de 100 milhões. Ela começou a falar com advogados.

Algo deve ter chegado aos ouvidos de Gabetti, Grande Stevens e Maron, os inventariantes, porque em meados de maio modificaram um capítulo chave dos estatutos da sociedade caixa-forte, que se refere à cessão de ações, para blindá-la ainda mais.

Em 31 de maio Margherita anunciou através do “Wall Street Journal” que citava diante dos tribunais sua mãe e seus filhos mais velhos para ser informada com exatidão sobre o patrimônio real da família e para conseguir “uma divisão amistosa dos bens”, sob a ameaça de declarar nulos os “pactos sucessórios” que deram o poder a John. “Ela não quer informação, quer mais dinheiro”, comentou um advogado que participa dos assuntos da família. John, o herdeiro, se declarou “dolorido como filho” e “assombrado” diante da atitude de sua mãe. Seu irmão, Lapo, comentou que não sabia nada sobre sua mãe e que faz muito tempo que a apagou de sua vida. “Parece duro, mas é verdade”, disse.

As audiências judiciais começarão no outono, se não houver um pacto anterior. Os Agnelli entram novamente em fase de turbulências.

Fonte: El Pais (http://www.elpais.es/)