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Gabrielrondon.com

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Radiohead - São Paulo

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A foto diz tudo. Radiohead em SP.

Este show... Foi para ficar na historia... Pena que fui embora antes dele acabar, não imaginava que teriam tantos BIS... Vou precisar assistir ele novamente.

Foto de Silvio Tanaka. http://www.flickr.com/photos/tanaka/

A Carta

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No auge de seus 78 anos, um senhor tinha seu cérebro funcionando numa velocidade maior que sua capacidade de produzir. Ela era pintor. Achava que se não fizéssemos rápido as coisas, as idéias nelas desapareceriam. Foi por este motivo que ele auto-identificou uma doença: o esquecimento destas idéias. Já que não as conseguia produzir ele começou a utilizar um instrumento muito conhecido: A carta.

 Todos os dias ele acordava bem cedo e antes mesmo de preparar seu café ele ia até a padaria mais próxima. Ele partia do número 115 daquela rua e ao caminhar na rua e olhar os prédios, a alvorada do sol e o começo da movimentação que é comum em todos os dias da semana, ele refletia... e muito. Pensava em tudo que já passou na vida, pensava no que iria fazer. Ele era incrível. Com aquela idade ela ainda tinha uma motivação para pensar no futuro.

 A cada cena que via na rua, ele era capaz de realizar uma análise crítica incrível. Ao ver um jovem abastecendo seu carro no posto de gasolina no qual ele transitava, ele conseguia imaginar como aquele jovem chegou lá, o que o jovem fez. Imaginava tudo que estava em volta daquela cena. O que precedia e o que iria proceder. Este jovem morava em seu bairro. O limpador de pára-brisas conhecia bem o jovem e o senhor de 78 anos. Havia uma diferença: embora com olhar de respeito ao ancião, tinha algo de pena por uma loucura típica dele.

Talvez pelo fato deste velho senhor ter parado naquele momento, retirado um pequeno bloco de papel que carregava em seu bolso e começar a escrever o que lhe vinha a cabeça.

 Ele chegou à padaria. Pediu o que queria ao padeiro. Neste momento olhou para o lado e uma bela moça estava aguardando a sua vez. Essa moça tinha seus 25 anos. Também morava no mesmo bairro. O padeiro a conhecia e sempre a elogiava. Dizia que era uma moça diferente, inteligente e simpática. O padeiro conhecia o senhor há mais tempo e embora com olhar de respeito tratava-o como certo portador de uma loucura. Exatamente neste momento, entre a colheita do pão quente no cesto e a entrega nas mãos do senhor, ele novamente pegou seu bloco de papel e escreveu. Escreveu idéias que vinham a sua cabeça. A jovem era admirada. O ancião era louco.

 Ele chega a casa. Depois de olhado excessivamente com o mesmo olhar que o perseguia há anos o velho acabou por praticar seu velho hábito. Pega um envelope, coloca o que havia escrito. E escreve o destinatário. Uma cópia do emitente. O número 115 era instrospectivo.

 Vai lá tomar seu café e comer seu pão nem tão quente assim. Ouve os ruídos da bicicleta do carteiro. O carteiro faz as entregas para o bairro. Entrega cartas na casa dele e também nas casas do jovem e da moça. O senhor vai lá pegar as cartas. Naquele dia teve uma surpresa: além da sua própria carta ele recebeu uma conta de luz fora da época que esperava.

 Ele abre a sua carta e todas as idéias que anotou no posto de gasolina e na padaria estão lá. Ele fica emocionado ao reler. Sua emoção é proporcional a loucura que o carteiro pensa que ele tem. A moça e o jovem em questão são iguais ao neto do ancião. E por coincidência tem um problema semelhante. Cérebro funcionando rápido. Chegam próximo do computador e começam a escrever sem parar. O destinatário é o mesmo do emitente. A diferença é que não há no meio do caminho quem os achem loucos. Não há bloco de papel. Não há carteiro. Mas há a mesma loucura do velho senhor. A loucura que faz bem. A loucura que os relembra. Todos acham nosso guerreiro senhor um louco. Mas todos acham heróis os jovens promissores. O número 115 e a bicicleta do carteiro nunca mais serão os mesmos. O mundo muda. Mas ainda temos uma cabeça.

Slumdog Millionaire

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"O que eu queria que as pessoas levassem do filme era (...) essa resistência das pessoas, que é de tirar o fôlego, e a alegria delas apesar das circunstâncias, essa ansiedade de vida", disse Danny Boyle ao rebater uma possível crítica de "glamurização dos problemas de Mumbai" na Índia. O filme merece ser visto pela simplicidade das idéias. A vida levada por sentimentos. É de se destacar a trilha sonora e a fotografia. Deixam você bem na realidade indiana. Para patriotas e nacionalistas, o filme não caiu nada bem. Longe de ser a Índia dos emergentes que ouvimos falar nos últimos anos. Mas tem seus méritos por mesclar esta realidade com uma certa "ansiedade" de viver, como disse o próprio diretor.

Paz Guerra / Guerra Paz

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Paz Guerra Guerra Paz
O israelense Yossi Lemel foi um dos premiados da Xème Triennale Internationale de l'affiche politique (Décima amostra internacional de pôsteres políticos), realizado em Mons, na Bélgica. Fazem parte desta exposição, artistas de mais de 40 países do mundo inteiro. Normalmente se retrata cartazes com temas sobre fome mundial, violência urbana e guerra.

Abaixo o cartaz de Frédérique Guerdin e Marianne Blairon expondo a contraditória renda do garimpeiro na África: "Garimpeiro de ouro... Um dia de trabalho... 0,75 euros"

Garimpo... Jornada de Trabalho... 0,75 euros

Copyleft.

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Copyright já é um assunto complexo, imaginem copyleft ? Vou com este post, dar uma iniciada no assunto, já que pretendo começar a falar um pouco mais sobre ele, em relação a desenvolvimento de software, música, cinema, arte, e etc.

A Copyleft surgiu com a ideia de software livre, há muitos anos atraz. Principalmente por faltar dispositivos "gatilhos" nas legislações de cada país, assim como na legislação internacional de copyright.

Ou seja, não há mencionado, caso o software possa ser livremente modificado ou redistribuído com a lei do Copyright poderia ser utilizada, por que ela justamente proibe estas ações, independente de como é a licença do autor! É amigo, não é só no Brasil que não abordam a lei com as possibilidades possiveis (um dia, deveriamos comentar sobre o "trem horrivel" que é o legislativo no Brasil, pelo menos no que acompanho sobre o direito digital).

Enfim, resumindo, a maioria das licenças que acompanham software livre fazem uso da legislação de copyright para impedir a utilização não-autorizada, mas estas licenças definem claramente e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir as liberdades de modificar e redistribuir o software assim licenciado. A esta versão de copyright, dá-se o nome de copyleft.

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Filme espetacular da serie, pena que foi o menos assistido aos seus antecessores no mesmo periodo (no primeiro final de semana nos Estados Unidos), porém o filme é demais (mas não deixa de estar nos filmes mais assistidos também). Na minha opnião o melhor filme da serie.

Um filme inteligente, no qual várias coisas são colocadas no ar para você interligar a historia, mas não apenas e simplesmente para conseguir o seu objetivo de roubar, mas também de se vingar desta vez.

É impressionante os recursos utilizados para conseguir chegar no objetivo, mesmo no mundo digital como eles mesmo dizem no filme, quase tudo é feito com artimanhas de esperteza, o que deixa mais interessante o filme. Claro, a tecnologia não poderia faltar, porém não é um filme que se utiliza apenas das tecnologias para se safar. A esperteza e o improviso são muito bem adaptados para o novo segredo.

Shrek 3

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Como este verde, orgro verde, está em tudo que é lugar. O Mc Donalds tem um lanche, molho e sorverte para ele! Além da decoração, a Telefonica tem promoções com o nome dele, programas de TV estão toda hora falando do terceiro filme do Shrek!

Estou impressionado com o marketing, vai até parece que se não vermos o filme, estaremos perdendo alguma coisa realmente muito "importante" e cultural.

Se alguem ver o filme, me conte.